Mapas: mais que
mídia alternativa, um presente cultural.
Ação inédita
iniciada no carnaval de 2004 faz parte do pro-grama
de relacionamento do “Cartão Vivo Vantagens”
Em verões
passados, quem utilizou os serviços de
táxi nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas,
em São Paulo; Tom Jobim e Santos Du-mont,
no Rio de Janeiro, e Luiz Eduardo Magalhães,
em Salvador, re-cebeu um mapa da cidade, com indicação
de pontos turísticos, centros de compra,
além das principais ruas e avenidas. Essa
promoção, da Vivo, fez parte do
programa de relacionamento “Cartão Vivo
Vanta-gens”, que oferece benefícios exclusivos
aos seus clientes (Vivo Pós), em hotéis,
cinemas, restaurantes e até em academia
de ginástica.
Os mapas que
a Vivo comprou são produzidos pela Buitron
Editorial, de São Paulo. São em
escala e coloridos, com ilustrações
em aquarela. “Não se trata de um simples
folder promocional, que a pessoa lê, se
informa e joga fora, mas de um material que todo
mundo utiliza e guarda, até como recordação
de lugares e passeios realizados”, diz Jo-sé
Roberto Buitron, diretor da Buitron Editorial.
Para ele, mais do que uma mídia alternativa,
os mapas turísticos são uma ferramenta
de marketing que permitem à empresa patrocinadora
estar efetivamente junto ao seu cliente.
Esses mapas
são estratégia de marketing de relacionamento
bastante eficiente. No caso da promoção
Vivo Vantagens, os mapas das cidades de São
Paulo, Rio e Salvador foram produzidos ressaltando
pontos tan-to de interesse da empresa de telecomunicações
quanto dos visitantes a negócio ou a passeio.
Assim, em num mesmo material, estão locali-zados
traçados de ruas, prédios históricos,
bibliotecas, e de locais co-mo restaurantes e
hotéis que fizeram parte da campanha da
Vivo.
Outro cuidado
na produção desse material para
a Vivo foi destacar ca-racterísticas específicas
de cada cidade. No caso do mapa de São
Pau-lo, além das linhas de metrô,
está o alerta para o rodízio de
veículos (com o respectivo desenho do “centro
expandido”). No do Rio, a Barra da Tijuca ganhou
destaque, assim como os traçados das Linhas
Ama-rela e Vermelha. Já o de Salvador,
além de um mapa de todo o Estado e de regiões
como a Ilha de Itaparica, há um roteiro
turístico da cida-de, com dicas sobre o
que visitar/fazer na Cidade Baixa, na Barra ou
no Centro/Histórico e Cidade Alta – cada
endereço localizado numeri-camente (quadrante)
no mapa.
Há ainda
mais uma grande vantagem: além dos mapas
serem fáceis de manusear, eles foram produzidos
em tamanho adequado para se-rem transportados
no bolso ou no porta-luvas do carro.
Por ser um material
de longa duração, os mapas vêm
sendo utilizados cada vez mais como mídia
alternativa. A Buitron Editorial, por exemplo,
tem a sua carteira de clientes dividida entre
a área Turística, que inclui empresas
como Hotelaria Accor, Atlantica Hotels International,
Meliá Hotels & Resorts, Transamérica
Flets, CVC Turismo, São Paulo Turismo (Anhembi)
e Secretaria de Turismo do Estado de São
Paulo, e área Empresarial/Promocional,
em que o mapa já foi utilizado em conven-ções
realizadas por laboratórios como Bayer
e Allergan; para distribui-ção em
pedágios pela Sabesp (Companhia de Saneamento
Básico de São Paulo), e até
como material de apoio de venda pela imobiliária
paulista Bamberg e AlphaVille Urbanismo no lançamento
do empreen-dimento AlphaVille Gramado (RGS).